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História da rádio

A Radio e Televisão de Portugal (RTP) MHIH é uma empresa pública portuguesa que inclui estações de radio e televisão públicas. Antes do ano de 2004, a Radiodifusão Portuguesa (RDP) e a Radiotelevisão Portuguesa (RTP), empresas públicas de radio e televisão respetivamente, estavam separadas e eram entidades jurídicas independentes e distintas. Em 2004, foram reestruturadas e fundidas numa única empresa pública, prestadora do serviço público, a Radio e Televisão de Portugal. Desde então, a sigla RTP passou a designar o grupo inteiro de Radio e Televisão de Portugal.
Diariamente, milhões de pessoas em todo o mundo têm acesso à RTP, em Countries de Língua Portuguesa, como o Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Timor-Leste, Guiné Equatorial, na R.A.E. de Macau na China, em Goa, Damão e Diu na Índia incluindo também em países onde há comunidades portuguesas numerosas, em França, Alemanha, Suíça, Luxemburgo, Grã-Bretanha, States Unidos, Canadá, África do Sul, Venezuela e Argentina através da RTP Mundo. Atualmente a RTP Mundo está presente em quase todos os países e regiões do mundo, incluindo, por exemplo, Santa Helena (ilha), Reunião (ilha), Seychelles, Curaçao, entre tantos outros territórios.
É membro fundador da União Europeia de Radiodifusão (EBU) e membro da Organização das Telecomunicações Ibero-americanas (OTI).

Oficialmente, a Emissora Nacional de Radiodifusão, usualmente designada Emissora Nacional (EN), da qual a RDP é sucessora, foi fundada no dia 4 de Agosto de 1935, tendo iniciado as suas emissões regulares em 1 de Agosto. Contudo, o primeiro passo para a sua constituição foi dado em 1930, aquando de um decreto que criou, na dependência dos CTT, a Direção dos Serviços Radio elétricos, autorizando, em simultâneo, a aquisição dos primeiros emissores de onda média e onda curta em Portugal. Em 1932, entre Abril e Maio, realizaram-se as primeiras emissões experimentais em onda média e em 1934 o mesmo aconteceu relativamente à onda curta, que desde logo se assumiu como uma das vocações naturais da jovem estação emissora.
Em 1934, a sua capacidade de emissão era alargada para atingir a diáspora portuguesa. Data dessa altura o lançamento de um programa de referência - a Hora da Saudade - destinado aos emigrantes no continente americano e aos pescadores da frota bacalhoeira. Ainda no mesmo ano, os estúdios eram transferidos de Barcarena para a Rua do Quelhas, em pleno coração de Lisboa, onde se mantiveram até meados dos anos 1990. Nessa mesma rua, mas num outro edifício que outrora acolheu o histórico Radio Clube Português, funcionava, até ao ano de 2007 o Museu da Radio. Os estúdios de Barcarena em 1949 foram reutilizados para a realização das emissões do Programa B da Emissora Nacional, antecessora do canal Lisboa 2 da Emissora Nacional, do programa 2 da Emissora Nacional, da Radio Cultura e da atual Antena 2.
A Emissora Nacional (EN) foi essencialmente definida à imagem das congéneres europeias. Concebida num quadro político interno e externo em que as radios nacionais desempenhavam sobretudo um papel de veículo dos interesses do Governo, esta característica acentuou-se ainda mais no caso português em função do regime autoritário que vigorou até 1974. Em 1940, libertou-se da tutela dos CTT, iniciando-se, nessa altura, o modelo de implantação regional no continente e ilhas.
Baseada num modelo sóbrio de apresentação e recorrendo a locutores de alta qualidade, a Emissora Nacional, embora assumindo sistematicamente o seu papel de órgão de propaganda do chamado Estado Novo, soube desenvolver uma cultura própria que influenciou fortemente a sociedade e marcou decisivamente a história da radio em Portugal. Da dinâmica inicial, que se estendeu ao longo dos anos 1950, surgiram as orquestras da Emissora Nacional - Sinfónica, Típica e Ligeira - o Centro de Formação de Artistas da Radio, onde se revelaram alguns dos grandes nomes da música portuguesa, o teatro radiofónico, de que são paradigma os folhetins e programas, com destaque para o Domingo Sonoro e os Diálogos da Lelé e do Zequinha que ficaram na memória coletiva dos portugueses.
Os programas mais emblemáticos da Emissora Nacional foram os seguintes: o programa Serão para Trabalhadores, programa de variedades iniciado em 1941 e transmitido às segundas-feiras ao serão, onde se divulgava o melhor da música ligeira portuguesa da época e o programa mais longevo da estação, pois durou até ao 25 de Abril de 1974; o programa Retiro da Severa, mais tarde conhecido como Fados e Guitarradas, transmitido de 15 em 15 dias, em direto do Retiro da Severa e mais tarde em direto do estúdio, às 10 horas de domingo; a Meia Hora de Recreio, programa infantil da estação dedicado aos mais pequenos; os Serões da Emissora Nacional e a Hora de Variedades, programas consagrados à divulgação da música erudita; o Diário da Emissora Nacional, o único bloco informativo da estação, que mais tarde passou a ser o Diário Sonoro; o Domingo Sonoro, durante a Segunda Guerra Mundial programa semanal de síntese informativa, e depois programa de teatro radiofónico e entretenimento, onde passavam os diálogos de A Lélé e o Zéquinha, protagonizados por Irene Velez e Vasco Santana.
A EN iniciou as suas emissões em Frequência Modulada (FM) em 1955.
Sendo um dos mais importantes meios de propaganda do Estado Novo, com a Revolução dos Cravos a EN é ocupada, e são nomeados militares para todos os cargos relevantes. Após a revolução e o 25 de Novembro, as estações de radio são nacionalizadas pelo VI Governo Provisório, através do Decreto-Lei nº 674-C/75, de 2 de Dezembro de 1975, com excepção da Radio Renascença e de algumas estações regionais como a Radio Altitude (da cidade da Guarda), a Radio Pólo Norte (do Caramulo), o Radio Clube de Angra e o Clube Asas do Atlântico (ambos dos Açores). E é criada a EPR - Empresa Pública de Radiodifusão, que concentra todas as estações nacionalizadas:

Em 1976, a nova empresa adopta o nome de Radiodifusão Portuguesa E.P. (RDP), ficando depositária da obrigação de prestar um serviço público de radio. Em termos de produção, a empresa organiza-se em quatro canais nacionais e três regionais para o continente (RDP Norte, RDP Centro e RDP Sul) e dois regionais para as ilhas (RDP Madeira e RDP Açores), mantendo as emissões internacionais em Onda Curta. Em 1979, procede-se a uma profunda reorganização interna resultando na criação da Radio Comercial que, juntamente com os programas emitidos a partir dos centros regionais, entra em concorrência direta com os operadores privados no mercado publicitário.

Na década de 1980, a RDP procura descentralizar-se, mantendo várias emissões de âmbito regional a partir dos centros de produção existentes por todo o país. Em 1987, a RDP assegurava 11 emissões de proximidade nas várias regiões do território continental português:

Entre 1992 e 1994 a RDP inicia nova fase de transformação que conduzirá a um modelo próximo do actual.
A Radio Comercial é privatizada e retira-se a publicidade de todos os canais, deixando-se, assim, o mercado publicitário exclusivamente aos operadores privados. É elaborado um plano com o objectivo de concentrar serviços até então dispersos por vários edifícios da capital no recém-adquirido edifício das Amoreiras, em Lisboa, que passa a abrigar os sectores técnico e de produção, enquanto se alienam progressivamente outras instalações.
Desenvolve-se ao mesmo tempo uma política de redimensionamento dos efetivos, de renovação do parque de emissores e de actualização em todos os domínios.
As estações regionais são abandonadas, centralizando-se praticamente toda a oferta nas estações de âmbito nacional, que tomam novos nomes:

Antena 1 (estação generalista);
Antena 2 (dedicada à cultura e à música erudita);
Antena 3 (estação jovem do grupo, criada em 1994).

Ainda em 1994, a RDP é transformada em sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos, deixado de ser uma Empresa Pública. Em 1995, a RDP África surge como um novo canal vocacionado para os países africanos de língua portuguesa.
O esforço de modernização prossegue e a empresa entra decisivamente na era da digitalização. A partir de 1998, Portugal passa a dispor, progressivamente, do sistema DAB - Digital Audio Broadcasting - projeto pioneiro no país, inteiramente desenvolvido pela RDP, mas de reduzida visibilidade e adesão popular. Em 2000, a RDP é incluída na Portugal Global, SGPS - a holding criada para agrupar os média estatais, holding essa que viria a ser extinta em 2003 no âmbito da reestruturação que se avizinhava para o sector.
A prometida reorganização ocorre no início de 2004, com a criação da Radio e Televisão de Portugal, SGPS, holding que reúne RDP e RTP, e a partilha de instalações e serviços na nova sede conjunta da Avenida Marechal Gomes da Costa, em Lisboa, e em algumas delegações regionais. Paralelamente a isto, a taxa de radiodifusão sonora, até aí financiamento exclusivo da RDP, passa a estar afeta aos dois operadores de serviço público, e são suprimidas as emissões locais da RDP Norte, Centro e Sul.

Entre 1954 e 1955, o Gabinete de Estudos da então Emissora Nacional estuda o projeto para o início de uma rede de televisão nacional, sendo um dos principais impulsionadores Marcelo Caetano, que aconselhou Salazar nesse sentido. Por iniciativa do Governo, foi constituída a RTP - Radiotelevisão Portuguesa, S.A.R.L., a 15 de Dezembro de 1955, sociedade anónima com o capital social de 60 milhões de escudos, tripartido entre o Estado, emissoras de radiodifusão privadas e particulares. As emissões experimentais da RTP iniciaram-se em 4 de Setembro de 1956, às 21h30, a partir da Feira Popular, em Lisboa. No entanto, as emissões regulares, só se iniciariam a partir de 7 de Março de 1957, às 21h30; o primeiro programa transmitido chamava-se Canções a Granel.
No dia 20 de Outubro de 1959, a RTP tornou-se membro da União Europeia de Radiodifusão (UER) - e em meados dos anos 1960 passou a ser transmitida para todo o país. No dia 25 de Dezembro de 1968 comemorou-se o Natal com a criação do segundo canal da RTP em UHF (a partir de 16 de Outubro de 1978 designado por RTP2). Mais tarde, dois canais regionais iniciaram a sua atividade nos arquipélagos dos Açores e da Madeira, na década de 1970: a RTP Madeira, em 6 de Agosto de 1972 e RTP Açores, em 10 de Agosto de 1975.
Após o 25 de Abril de 1974, o estatuto da empresa concessionária da radiotelevisão foi alterado. Em 1975, a RTP foi nacionalizada, transformando-se na empresa pública Radiotelevisão Portuguesa E.P., pelo Decreto-Lei n.º 674-D/75, de 2 de Dezembro. Em 1976 a RTP inaugura novas instalações situadas na Avenida Cinco de Outubro, em Lisboa. No dia 25 de Abril de 1976, a RTP realizou a primeira emissão experimental a cores realizada de forma oficial, que incluiu a cobertura das eleições legislativas que ocorreram nesse dia e um documentário sobre a cidade de Lisboa. Contudo, no dia 25 de Março de 1972, a RTP havia transmitido acidentalmente o Festival Eurovisão da Canção 1972 a cores. Em 1979, a edição dos Jogos sem Fronteiras, realizada em Portugal, foi transmitida a cores para a Europa. No dia 7 de Março de 1980, a RTP inaugurou oficialmente as emissões feitas integralmente com o sistema de cor PAL.
No dia 10 de Junho de 1992, iniciaram-se as transmissões da RTP Internacional.
Em 14 de Agosto de 1992, a RTP transformou-se em sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos - a Radiotelevisão Portuguesa, S.A.. No dia 7 de Janeiro de 1998, iniciaram-se as emissões regulares da RTP África, destinada aos habitantes dos lusófonos, como: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe. O 11 de Maio de 2000, a RTP - juntamente com a Radiodifusão Portuguesa (RDP) e a Agência Lusa - passa a fazer parte da sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos denominada Portugal Global, SGPS, S.A..
A Portugal Global foi extinta em 22 de Agosto de 2003, tendo sido feita a reestruturação do sector empresarial do Estado na área do audiovisual. Entre outras alterações, transformou-se a antiga Radiotelevisão Portuguesa, SA, sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos, numa nova sociedade gestora de participações sociais, denominada Radio e Televisão de Portugal, SGPS, SA. Foi ainda criada uma sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos designada Radiotelevisão Portuguesa - Serviço Público de Televisão, SA.

A 5 de Janeiro de 2004, a RTP2 deu lugar a um novo canal denominado 2:. Ainda em 2004, é criado o canal noticioso da RTP, a RTPN, é também criado o canal dedicado aos programas que fizeram história na RTP, a RTP Memória. Em 2007, a RTP comemora os seus 50 anos de emissões em Portugal, inaugurando, o novo Complexo de estúdios de Chelas, junto às instalações da RTP e RDP inauguradas em 2004. Este complexo possui meios técnicos atuais e modernos prontos para o arranque da emissão da TDT (Televisão Digital Terrestre). Este complexo tem 4 estúdios de 800, 400, 200 e 100 metros quadrados devidamente equipados. É também adquirido um enorme carro de exteriores totalmente equipado para emissão em HDTV High Definition Television (Televisão de Alta Definição).
Igualmente, em 2007, a Radio e Televisão de Portugal, SGPS, SA, é transformada em Radio e Televisão de Portugal, SA. São incorporadas nesta, a Radiodifusão Portuguesa, SA; Radiotelevisão Portuguesa - Serviço Público de Televisão, SA; e Radiotelevisão Portuguesa - Meios de Produção, SA. No dia 19 de Março de 2007, a 2: retomou a designação original, RTP2, com nova identidade. A 19 de Setembro de 2011, a RTPN torna-se a RTP Informação.
A 7 de Fevereiro de 2007, a Radio Televisão Portuguesa foi feita Membro-Honorário da Ordem do Infante D. Henrique.
Em 5 de Outubro de 2015, a RTP Informação muda de nome para RTP3.
A 1 de Dezembro de 2016, a RTP3 e a RTP Memória entram para a TDT, passando assim ser disponível assisti-los universalmente.
Em fevereiro de 2023, o Correio da Manhã noticiou que a RTP apresentou o seu primeiro resultado negativo a nível financeiro em 12 anos, registando um prejuízo de 3,7 milhões de euros.
A 12 de Outubro de 2025, a RTP3 passa a designar-se RTP News.

RTP Lisboa: no edifício-sede da empresa, localizado em Cabo Ruivo, no concelho de Lisboa. Inaugurado em 2004, veio substituir uma série de antigos estúdios atualmente abandonados, e a antiga sede da Avenida Cinco de Outubro. É a sede de todos os canais da RTP, exceto a RTP2, RTP News e os canais regionais.
RTP Porto: complexo localizado no Monte da Virgem, em Vila Nova de Gaia. Inaugurado em 20 de Outubro de 1959, é a atual sede da RTP2 e da RTP News.

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A RTP possui ainda centros de informação regional em vários pontos do país, sendo que algumas delas produziram, nos anos 1990, programas de informação de âmbito regional (País Regiões), com pequenas redações e estúdios onde se podem efetuar entrevistas:

RTP Açores
RTP Madeira
RTP Coimbra
RTP Bragança
RTP Castelo Branco
RTP Évora - Teresa Marques
RTP Faro - Rosa Veloso
RTP Guarda
RTP Santarém
RTP Viana do Castelo
RTP Vila Real
RTP Viseu

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Madrid - Ana Romeu
Bruxelas - Paulo Dentinho
Paris - Rosário Salgueiro
Moscovo - Evgueni Mouravitch
Washington D.C - Cândida Pinto
Rio de Janeiro - Pedro Sá Guerra
Luanda - José Manuel Levy (Televisão) José Silva (Radio)
Maputo - Pedro Martins (Televisão) e Orfeu de Sá Lisboa (Radio)
Praia - Ricardo Mota (Televisão) e Carlos Santos (Radio)
Bissau - Fernando Gomes (Televisão) e Fátima Camará (Radio)
São Tomé - Henrique Vasconcelos (Televisão) e Josimar Afonso (Radio)

Mudando a imagem em março de 2026, a RTP é constituída pelos seguintes canais:

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Com sede em Lisboa, a RDP divide-se pelos e centros regionais do Porto, Coimbra, Faro, Ponta Delgada e Funchal. Atualmente, a RDP é constituída pelos seguintes canais:

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A RDP assegura ainda o funcionamento do Museu da Radio, e a manutenção e actualização dos arquivos sonoros.

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Em 2014, foi criada uma estrutura de topo na RTP, que tem como missões, entre outros, a definição da estratégia do grupo e a escolha do conselho de administração.

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Televisão

Manuel Figueira (†), 1957-1963
Manuel Maria Múrias (†), 1963-1968
Vasco Hogan Teves, 1968-1974
José Mensurado (†), 1971-1974 (como Director-Adjunto do Telejornal)
Álvaro Guerra, 1974-1975
Bargão dos Santos, 1975
Fernando Cardeira, 1975
Carlos Veiga Pereira, 1975-1976
Costa Parente, 1976-1977
Botelho da Silva, 1977-1978
Faustino Fialho de Oliveira, 1980
José Manuel Duarte Figueiredo, 1980-1983
José Eduardo Moniz (Noticiários) e Adriano Cerqueira (†) (Atualidades), 1983
Faustino Fialho de Oliveira, 1983-1984
Nuno Coutinho (Noticiários) e Fernando Balsinha (†) (Atualidades), 1984-1985
Fernando Balsinha (†), 1985-1986
José Eduardo Moniz, 1986-1994 (a partir de 1989 como Director-Coordenador de Informação e Schedule da RTP)
Manuel Rocha (†), 1994-1995
Joaquim Furtado, 1995-1998 (como Director-Coordenador de Informação e Schedule da RTP)
João Grego Esteves, 1998-2000
José Rodrigues dos Santos, 2000-2001
Emídio Rangel (†), 2001-2002 (como Director-Geral de Antena)
José Rodrigues dos Santos, 2002-2004
António Luís Marinho, 2004-2008
José Alberto Carvalho, 2008-2011
Nuno Santos, 2011-2012
Paulo Ferreira, 2012-2013
José Manuel Portugal, 2013-2015
Paulo Dentinho, 2015-2018
Maria Flor Pedroso, 2018-2020
António José Teixeira, 2020-2025
Vítor Gonçalves, 2025-presente
Radio

António Luís Marinho, 2003-2004 (como Director-Coordenador de Informação e Schedule da RDP)
João Barreiros, 2004-2012
Fausto Coutinho, 2012-2015
João Paulo Baltazar, 2015-2023
Mário Galego, 2023-presente

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Subdiretor de Informação da RTP1

Francisco Sarsfield Cabral, 1978-1979
Carlos Cruz, 1979-1980
José Eduardo Moniz, 1980-1983
Subdiretor de Informação da RTP2

Hernâni Santos (†), 1978-1979
Joaquim Letria, 1979-1980
José Manuel Barata-Feyo, 1980
Carlos Pinto Coelho (†), 1981
Joaquim Amaral Marques, 1981-1982

Director-Geral de Antena

Emídio Rangel, 2001-2002

Director-Geral de Conteúdos

António Luís Marinho, 2011-2014

Director de Estratégia de Grelha RTP

António Luís Marinho, 2014-2015

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Paquete de Oliveira: (†), 2006 – 2011
José Carlos Abrantes: 2011 – 2013
Jaime Fernandes: (†), 2013 – 2016
Jorge Wemans: 2017 – 2020
(De Janeiro de 2021 até Dezembro de 2021: Interrupção do programa Voz do Cidadão)
Ana Sousa Dias: 2021 - presente

=
José Nuno Martins, 2006–2008
Adelino Gomes, 2008–2010
Mário Figueiredo, 2010–2012
Paula Cordeiro, 2012–2016
João Paulo Guerra (†), 2017–2021
Graça Franco, 2021-2022
Ana Isabel Reis, 2022-presente

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A RTP, a SIC a e TVI utilizam uma sinalização de emissão que foi criada a 20/02/2012, visando proporcionar aos consumidores de televisão um guia de escolha de programação adequada à sua idade e, aos educadores, uma orientação sobre o visionamento de programas. A presente versão do documento está em vigor desde 1 de julho de 2014.

Em 2019, a RTP foi uma das galardoadas dos Prémios Arco-íris, da ILGA Portugal, pelo facto de, em 2018, e segundo a ILGA, a plataforma pública ter dado "visibilidade às pessoas LGBTI" e promovido "conteúdos criados e representados por pessoas LGBTI".
Em março de 2023, a Sociedade Portuguesa de Autores atribuiu três dos seus prémios anuais a programas da RTP: Cá Por Casa, de Herman José, foi considerado o Melhor Programa de Entretenimento; Deus Cérebro, de 2021, recebeu o prémio de Melhor Programa de Informação; e a série Até Que a Vida Nos Separe, também de 2021, recebeu o prémio de Melhor Programa de Ficção.
Também em março de 2023, a RTP venceu a categoria Grafonola da edição dos prémios satíricos da Comunidade Cética Portuguesa (Comcept), o Prémio Unicórnio Voador, dedicada ao ano de 2022, por ter emitido uma reportagem no programa semanal Linha da Frente (RTP1) que, segundo a Comcept, "promoveu de forma completamente acrítica a pseudociência das «Constelações familiares»". O vencedor seria anunciado a 1 de abril. A RTP — mais especificamente a RTP1 — também venceu esta categoria nas edições dedicadas aos anos de 2014 e 2017. Na edição dedicada ao ano de 2019, o prémio satírico, também na categoria Grafonola, foi atribuído a Jorge Wemans, o Provedor do Espectador da RTP, pelas suas respostas e inação relativas às queixas dos espectadores da RTP devido à "pseudociência promovida nos programas" da RTP.

A 8 de outubro de 2024, o governo português anunciou fim da publicidade comercial nas grelhas da televisão pública ao longo dos próximos três, até 2027. Essa foi uma das 30 medidas de um pacote para o setor dos media que anunciou Pedro Duarte, ministro dos Assuntos Parlamentares, que tutela a RTP e a agência Lusa. A informação foi confirmada pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, na conferência sobre o Futuro dos Media em Portugal que foi organizada pela Medialivre, Media Capital, Impresa, Público e Renascença, parceiros da Plataforma de Media Privados.
Outra das medidas direcionadas para o canal público passa por uma reorganização que pode levar à saída voluntária de 250 pessoas.
O objetivo é diminuir, em cada ano, dois minutos de publicidade comercial. Em paralelo, a redução do tempo de publicidade comercial terá que ser compensado com espaço de promoção de eventos e iniciativas culturais, detalhou o ministro dos Assuntos Parlamentares, na apresentação do plano de ação.

Fonte: Wikipedia

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